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quarta-feira, 4 de maio de 2016

APOIE ESTA IDEIA - Bloqueio Não: A internet no Brasil deve ser livre!

A justiça brasileira pode bloquear de novo o WhatsApp. Milhões de brasileiros usam o aplicativo para trabalhar, para falar com os amigos e com seus familiares. Esse bloqueio é ilegal, inconstitucional e é proibido pelo Marco Civil da Internet. Para complicar ainda mais, a CPI dos Crimes Cibernéticos no Congresso está propondo a criação de uma lei que oficializa o bloqueio de sites e aplicativos na rede brasileira.  O projeto que determina o bloqueio de sites e apps coloca crime de terrorismo junto com a violação de direitos autorais. Ambos podem gerar bloqueio. Isso abre as portas para a censura e para que mais bloqueios aconteçam no Brasil. Um juiz de uma pequena cidade, com base nesse projeto, poderá bloquear ainda mais sites e serviços para todos os 200 milhões de brasileiros.

A internet precisa ser livre. Bloquear sites na internet afetando todos os usuários é coisa de países como Arábia Saudita, Irã, China e Coreia do Norte. O Brasil não é nem pode se tornar uma Coreia do Norte. É preciso respeitar nossa Constituição e proteger a liberdade de expressão, preservando a internet como um recurso essencial.

Nós, abaixo-assinados(as), demandamos ao Poder Judiciário que pare de bloquear sites na internet. A Constituição e o Marco Civil não permitem essa prática. Um único juiz(a) não pode afetar desse jeito a vida de 200 milhões de pessoas de uma só vez. Urgimos também ao Congresso Nacional e todas as suas Comissões que reconsiderem projetos de lei para bloquear sites e serviços da internet, seja por qual motivo for.  Deputados e senadores precisam propor projetos para aumentar o acesso à rede no Brasil e garantir que a internet seja sempre livre!  Ajude nessa batalha. Lute contra o apoio ao bloqueio da Internet na CPI de Cibercrimes, e compareça na Reunião da Frente Parlamentar pela Internet Livre que acontecerá em Brasília, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, a partir das 18h nesta quarta-feira dia 4 de maio e expresse pessoalmente sua opinião em favor de uma internet livre.

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