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sábado, 1 de dezembro de 2012

ALTO DO RODRIGUES

Amanhã o Alto vai parar, todos os caminhos nos levarão para a festa do "chefe" Zé Neto

Zé Neto, "o chefe" prepara (mais uma) festa da vitória e da liberdade
 
Dando continuidade aos festejos da vitória e da liberdade do povo de Alto do Rodrigues, manhã, 02, mais uma grande festa na Avenida Angelo Varela, conhecida internacionalmente como Avenida Arara. Zé Neto, também conhecido e reconhecido como o "chefe" da galera. 

Então tá marcado, amanhã tem festa de arromba com muita comida, mas se quiser levar pela menos uma caixa de cerveja, será ótimo. Estaremos lá, tudo junto e misturado.
MÚSICA

O cara sou eu

Não foi à toa que Roberto Carlos conquistou o título de rei. Há três décadas ninguém consegue lhe tirar a marca de maior vendedor vivo de discos no País. Nas últimas semanas, Roberto Carlos conseguiu outro título em sua trajetória. 

Aos 71 anos, ele pode ser chamado de “O Cara”. Isso porque, em uma época em que a internet decretou a morte do CD, o Rei ultrapassou a barreira do milhão de discos vendidos. Dois fatores foram decisivos para o novo feito de Roberto Carlos. 

O primeiro é que sua nova música, “Esse Cara Sou Eu”, é o tema do casal protagonista de “Salve Jorge”, novela do horário nobre da Rede Globo. O segundo, e certamente o mais importante, foi a a redescoberta da fórmula do compacto duplo.

O formato de quatro faixas nunca foi abandonado no mercado internacional e permite que os fãs tenham acesso a poucas músicas a um preço mais conveniente que o disco normal.

Para aliar a “popularidade” da música à estratégia do compacto duplo, a participação de Glória Perez, autora da novela, foi imprescindível. “Mostrei a música para minha amiga Glória e ela disse que era perfeita para o casal principal. 

Ainda não a tinha concluído e, quando ela me contou a história, ficou ainda mais fácil fazer o último verso”, disse o cantor. A propósito, o verso final da música fala do gesto de abrir-se a porta do carro para a amada, hoje em desuso: “É uma canção que fiz para falar do cara que toda mulher gostaria de ter, do cara que todo homem gostaria de ser, do cara que eu tento ser.”
ESTADO


Dez maiores municípios do RN somam 1.724.986 habitantes



Natal continua sendo o município potiguar com maior população: 817.590.
Dos 10 maiores, quatro municípios estão na Grande Natal.

Os dez maiores municípios do Rio Grande do Norte somam, juntos, 1.724.986 habitantes. Os números foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (31), que apresentou as estimativas das populações residentes nos 5.565 municípios brasileiros com data de referência em 1º de julho de 2012.

Estima-se que o Brasil tenha 193.946.886 habitantes, 3.191.087 a mais do que em 2010, quando a população chegou a 190.755.799.
Segundo o IBGE, os dez maiores municípios do Rio Grande do Norte são:

 
ESTADO

Aids afeta mais homens que mulheres no RN, aponta estudo 

Das 3.122 pessoas diagnosticadas no estado, 67% são do sexo masculino. Aproximadamente 60% dos casos estão em Natal e Região Metropolitana.

O vírus da Imunodeficiência Humana (HIV/Aids) contamina mais homens que mulheres no Rio Grande do Norte. Dos 3.122 diagnósticos de contaminação, 67% são do sexo masculino, segundo o Programa Estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids). A presença dos soropositivos é maior em Natal e na Região Metropolitana da capital. Essas áreas concentram 60% dos casos, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesap).

“A cultura masculina de procurar pouco o serviço de saúde e o fato de terem mais parceiros sexuais, deixam o homem mais vulnerável”, afirmou Sônia Cristina Lins, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids. Para difundir a cultura da testagem para identificação do HIV e acompanhamento dos soropositivos, o estado disponibiliza os serviços de referência no tratamento em Natal, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Parnamirim, São José de Mipibu, Caicó, Pau dos Ferros e Santa Cruz.

Mas os serviços não têm conseguido conter a incidência da doença no estado. Segundo o coordenador local da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS, Edvaldo Andrade, em 2011 foram registrados 399 casos a mais do que no ano anterior. E morreram mais soropositivos: 124 em 2011 contra 108 mortes em 2010. De 2000 à 2011 a Aids matou 826 potiguares.

“É preciso investir mais no tratamento das doenças oportunistas. Não basta o Governo Federal fornecer o coquetel para o controle do vírus. É necessário ter tratamento para as outras doenças que vem com a Aids. Deve ter medicamentos e médicos suficientes na rede pública de Saúde, tanto Municipal quanto Estadual”, enfatizou Edvaldo Andrade.

Edvaldo é funcionário público e tem 47 anos. Ele foi diagnosticado com o vírus HIV há 17 anos. “Eu recebi o resultado faltando poucos dias para o meu aniversário de 30 anos. Foi uma mudança radical na minha vida. Repensei valores, mudei muita coisa e consegui ter qualidade de vida”, declarou.

Ele lembra que é sempre difícil saber que se é soropositivo, principalmente pelo preconceito que se tem em torno da doença. “Sempre foi vista como uma peste gay. Eu tive que ser aposentado na época, parei de trabalhar. São estigmas que precisam sair da sociedade”, desabafou.

Edvaldo se considera feliz, mas ao olhar a realidade das pessoas que convivem com a Aids, disse que a tristeza aparece. “O RN está na contramão do Brasil. O último boletim do Ministério da Saúde mostrou que em 2011 o número de casos no país diminuiu 11%, já no nosso estado cresceu 17%. Precisamos mudar esta realidade. É preciso informação”, asseverou.

Serviço
Para solicitar atendimento, os portadores da doença podem entrar em contato com a Sesap através do telefone (84) 3232-6963

g1rn.com
BRASIL

Ciência sem Fronteiras: Portugal é principal destino de alunos de graduação

Portugal é o principal destino dos estudantes brasileiros de graduação bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras. Do total de 12.193 alunos incluídos no programa, praticamente um em cada cinco optou por cursar parte do ensino superior em uma instituição lusitana. 

Há em Portugal 2.343 alunos do Brasil – 20 a mais do que o número de bolsistas de graduação nos Estados Unidos, principal destino no programa se forem considerados também os pesquisadores (pós-graduandos). Os dados, referentes a setembro, são do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os 783 bolsistas da Capes estão matriculados em mais de uma dezena de cursos (desde a área de saúde à tecnologia espacial) de 41 universidades e institutos portugueses. O CNPq não informou à Agência Brasil a distribuição detalhada dos seus bolsistas. Além dos graduandos, Portugal recebe 329 doutorandos (84 fazendo curso integral no país, com duração de cerca de quatro anos) e mais 103 pós-doutorandos, por meio do programa.

O total de estudantes e pesquisadores brasileiros das áreas de tecnologia e biomédica em Portugal (2.775) é inferior apenas ao dos Estados Unidos (3.898). O número já supera o de destinos tradicionais de pesquisadores brasileiros como a França (2.478), Espanha (2.261), o Canadá (1.408), a Alemanha (1.111) e o Japão (680).

Entre os motivos para a escolha de Portugal está a inexistência de barreira linguística, uma vez que o país não exige exame de proficiência dos brasileiros, diferentemente dos Estados Unidos, por exemplo, que cobram de estudantes estrangeiros o Test Of English as a Foreign Language, Toefl. 

Outro fator que atrai estudantes brasileiros é a possibilidade de integração à produção científica na Comunidade Europeia. Além disso, Portugal, apesar da crise, mantém subvenções como a oferta de albergues para estudantes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e tem custo de vida mais baixo que outros destinos da Europa com atividade econômica mais forte, como a Alemanha, Inglaterra e França.

Estudante de Química Industrial na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Aline Pacheco Albuquerque diz que a escolha de Portugal foi motivada pelo fato de o país não exigir fluência em nenhum outro idioma. “É uma universidade boa que não ia exigir domínio de outra língua no processo de seleção”, diz a estudante se referindo à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde é bolsista.

Para o vice-reitor da Universidade de Coimbra, Joaquim Ramos de Carvalho, o estudante do Ciência sem Fronteiras tem a oportunidade de ter contato com a produção científica europeia. “Estamos muito empenhados para que os estudantes do Ciência sem Fronteiras não se limitem à presença em sala de aula, queremos que tenham interação com toda parte de inovação e transferência de saber e também com a nossa rede europeia de contatos e de projetos.”

A presença de tantos acadêmicos brasileiros em Portugal muda o patamar de cooperação dos dois países, avalia o Itamaraty. Juntamente com o Ano do Brasil em Portugal, o Programa Ciência sem Fronteiras tem sido citado pela diplomacia brasileira como um dos principais alavancadores da aproximação entre os dois países. 

“Não é só a celebração [cultural] que nos aproxima, mas também a modernidade dos dois países”, comentou o chanceler brasileiro Antonio Patriota ao receber em setembro, em Brasília, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Portas.

Para o embaixador do Brasil em Portugal, Mario Vilalva, os dois países vivem “um momento mágico das relações bilaterais” e “há uma enorme convergência de interesses”, como na área de cooperação científica.

Segundo o edital da Capes e do CNPq, o Programa Ciência sem Fronteiras visa a “propiciar a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras”. O objetivo é promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimulando estudos e pesquisas de brasileiros no exterior, com a expansão do intercâmbio de graduandos e graduados.