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sábado, 11 de fevereiro de 2012

AFONSO BEZERRA

STF JULGA PROCEDENTE RECURSO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO RN

O Supremo Tribunal Federal, STF, na capital do país, foi favorável ao recurso interposto pelo Ministério Público Estadual do Rio Grande do Norte em relação à colocação de nome de autoridade viva e, ainda na ativa, em uma placa na fachada de prédio público do município de Afonso Bezerra. 
De acordo com a informação, prestada ontem pela assessoria de comunicação social do Ministério Público Estadual, em Natal, o STF considerou se tratar de promoção pessoal, o que fere a Constituição Federal. 

Após a reforma do fórum da cidade, foi colocada uma placa na fachada indicando o nome do desembargador presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte na época. Como se tratava da nova denominação do Fórum, contou com a autorização do próprio desembargador. Em consequência desse fato, o Ministério Público Estadual havia ajuizado ação civil pública contra o Estado, obtendo sentença desfavorável na primeira instância. 
De acordo com o Ministério Público Estadual, o fato em destaque fere a Constituição por constituir utilização da máquina pública para promoção pessoal. Além disso, a denominação de um bem público com o nome de desembargador ainda vivo e ativo não tem caráter educativo, informativo ou de caráter social, sendo assim, mera homenagem, e fere ao princípio da impessoalidade.
Fonte: deusdethmauricio.blogspot.com 
PENDÊNCIAS

Acidentes e morte marcaram a sexta-feira dos pendencienses.

Daqui a pouco mais detalhes.
RELIGIÃO

Jader Santos fala sobre ministério Arautos do Rei


Ele começou a carreira musical aos 13 anos. Jader Dornelles Santos que é pianista, pastor, regente e compositor, dedicou 15 anos de seu ministério como diretor musical e pianista do quarteto Arautos do Rei. 

Na entrevista de hoje, o maestro que atualmente é professor e ministro de louvor da Universidade Adventista de São Paulo, fala sobre sua experiência com os Arautos do Rei, sobre as transformações que ele ajudou a causar no estilo musical do quarteto e como esse ministério mudou a sua vida.

Ouça esta entrevista aqui:
Rádio Novo Tempo – Jader Santos como foi sua história musical antes dos Arautos do Rei?
Jader Santos – Minha história musical começou na igreja local onde eu atuava, a igreja do IASP, onde eu passei primeiro. Eu toquei para o Coral e também passei a trabalhar com coral infantil e grupos musicais. Depois no IAE, que é o atual Unasp Campus I, eu continuei me envolvendo com meus quartetos e já compondo alguma coisa de música, produzindo alguma coisa, e trabalhando também com corais dentro do colégio.

RNT  – Como foi o seu chamado para fazer parte dos Arautos do Rei?
JS – No meu último ano de teologia eu recebi um convite para ir até A Voz da Profecia fazer um teste, e depois de alguns meses, já pertinho da minha formatura, é que eu recebi realmente o convite oficial, um chamado eu diria assim, para participar da Voz da Profecia.

RNT  - Em 1984, você tornou-se o diretor musical do Arautos do Rei. Como foi a transição do estilo musical? Já que no fim da década de 80, com o lançamento do álbum “Habita em mim”, o público conheceu um estilo diferenciado das antigas formações.
JS – Na realidade com as pessoas que foram saindo e entrando e com os arranjos que a gente foi fazendo, sempre tem uma concepção pessoal da maneira como você ouve e enxerga o ministério e o trabalho. Então eu diria que a partir do repertório escolhido, das pessoas que foram chamadas para cantar, foi mudando a direção do som. Então eu diria que a gente se desprendeu um pouquinho daquela herança dos King´s Heralds, que era o quarteto americano e começou a trabalhar com um caminho próprio, que na realidade foi uma concepção já iniciada pelo Alexandre Reichert, que me antecedeu com várias gravações. Eu acho que apenas continuei o processo.

“Eu acredito muito nesta combinação da mensagem cantada com a mensagem falada. Acho que esse é o grande trunfo do ministério A Voz da Profecia. Eu acho que enquanto esse módulo durar existe muita coisa para ser feita. “

Jader D. Santos.

RNT –  Enquanto participava dos Arautos do Rei você passou por um problema de saúde e também um livramento de Deus. Como foi esse período?
JS – Quando eu percebi que havia ficado doente, eu queria até agradecer muito porque os meus chefes na época e meus colegas entenderam a situação e me deixaram um pouco mais tranquilos, por uns três ou quatro meses, quando eu iniciei meu tratamento e aí depois eu fui voltando aos poucos a viajar com eles de novo e a voltar as minhas atividades. Depois de dois anos eu já estava de volta às atividades quase que normais do quarteto. Foi uma benção eu diria, poder fazer minhas atividades profissionais e ter um tempo para eu me restabelecer na minha saúde.

RNT  - “Hei de estar na alvorada” foi o 1° álbum lançado em 1963, desde então,  a mensagem da volta de Jesus tem sido presente nestes anos de existência do quarteto. Em sua opinião, passados 50 anos, como você enxerga o ministério Arautos do Rei para a pregação da mensagem?
JS – Eu acredito muito nesta combinação da mensagem cantada com a mensagem falada. Acho que esse é o grande trunfo do ministério A Voz da Profecia. Um pastor que fala convincentemente verdades muito fortes e um grupo que canta e traça uma mensagem musical chegando as pessoas. Então eu acho que enquanto esse módulo durar existe muita coisa para ser feita. E essa história desta herança já feita, vários grupos e um ministério ininterrupto, eu diria assim porque  50 anos oficialmente sem quebrar, isso aí trouxe muita força para o ministério e eu acredito muito nesta forma.

RNT  - Em 15 anos de Arautos do Rei, qual foi a história que mais te marcou?
JS – Várias histórias me marcaram, mas teve uma história em Maceió , quando a gente visitou uma família, de um jovem adventista recém convertido, que faleceu tragicamente e os pais não eram adventistas e a família não eram também, eles ficaram muito revoltados contra Deus. “Como esse menino deixa a vida promissora que tem e entra em uma igreja e acaba morrendo tragicamente?”, diziam eles. Eu lembro que a gente fez uma visita para essa família e foi uma experiência que marcou muito a minha vida realmente.

RNT  - Você com certeza deve ter conhecido muitas histórias de como as músicas do quarteto tocaram corações. Mas e você? De que forma esses 10 anos de quarteto marcaram a sua vida espiritual?
JS – Acho que eu tive muita benção, muita graça e acho que o que mais me marcou foram duas coisas: A experiência de trabalhar com vários oradores como o pastor Conrad, pastor Ronaldo de Oliveira, pastor Assad Bechara e pastor Neumoel Stina, todos eles me marcaram muito espiritualmente. O trabalho que a gente desenvolveu com o quarteto, as séries de conferências, os cultos e as respostas das pessoas para Deus, isso me marcou muito, saber que a música que a gente fazia, a mensagem que a gente tinha, era um canal do Espírito Santo para chegar até as pessoas.

RNT  - Depois de tantos anos trabalhando com quarteto, como é voltar a trabalhar com grupos e corais?
JS – É um trabalho diferente, eu diria. A minha vida tem sido dedicada para a música da igreja ao longo desses anos, então, depois que eu fui para uma instituição, a gente tem que encarar como um fator educacional e eu gostei muito de trabalhar em colégio, com jovens, com corais e outros grupos também. Então eu sinto que onde a gente está, temos que cumprir o papel, cumprir a missão e eu to tentando cumprir da melhor maneira que eu posso. 

MEIO AMBIENTE

Jean-Michel Cousteau mostra onde vai parar tudo que jogamos fora sem cuidado
 


Muita gente tem comentado, nas redes sociais, que não adianta proibir a distribuição das sacolas plásticas – como ocorreu em alguns supermercados de São Paulo, nas cidades de Jundiaí e Belo Horizonte -, se as embalagens da maioria dos produtos vendidos nos supermercados também são feitas deste material. Mas a pior coisa que podemos fazer é generalizar. 

Por isso, é um grande erro afirmar que reduzir a circulação das sacolinhas não faz diferença. Faz sim, e muita! E não será preciso muito tempo para enxergarmos isso.

Por outro lado, isso não significa que todo o plástico do mundo tem que acabar. Sabemos que ele pode ser um vilão ambiental porque demora muitos anos para se decompor na Terra e pode contaminar solos, águas e animais (que também são nosso alimento). Mas sabemos também que, em alguns casos, ele é muito útil e, até, inevitável.

Cabe a nós analisar como consumimos e descartamos esses produtos, porque, vilão ambiental – mesmo!! – é quem joga lixo (garrafas, sacolas, canetas, cigarro e outros objetos) na rua ou no córrego mais perto. 

Se embalagens ou produtos de plástico fossem consumidos apenas na quantidade necessária e sempre encaminhados à reciclagem, não haveria entupimentos do esgoto, nem poluição nos oceanos.

Nós do Planeta Sustentável sempre tocamos nesse assunto porque sabemos da urgência desse tema e acreditamos que é possível mudar hábitos. No ano passado, publicamos a reportagem da jornalista e blogueira Liana John – realizada para a revista National Geographic Brasil – que acompanhou a viagem de cientistas pelo Oceano Atlântico Sul para avaliar ilhas de lixo (veja os links dessa expedição no final deste texto).

Agora, destacamos aqui o vídeo (em inglês) que o oceanógrafo e ambientalista Jean-Michel Cousteau (filho do também oceanógrafo e explorador francês Jacques Cousteau) realizou para revelar o caminho do lixo plástico em várias partes do mundo. Ele mostra tudo o que vai parar em um arquipélago remoto no Oceano Pacífico, por conta da ação das correntes marítimas. 

É inacreditável! Há isqueiros, brinquedos, bolas, garrafas pet e até aparelhos de televisão. E fica evidente que muitas aves morrem devido à ingestão desses produtos, incluindo sacolas plásticas. Veja:


Agora, dá pra entender porque essa questão é tão grave e urgente? Antes de condenar campanhas realizadas com o intuito de reduzir a utilização do plástico em nosso cotidiano – e o uso do plástico em geral –, vale refletir sobre a forma como consumimos esse material, incluindo seu descarte.

Claro que não podemos voltar aos hábitos de antigamente, mas dá, sim, para evitar exageros e diminuir nosso impacto no planeta para que todos possam vislumbrar um futuro melhor.
IPANGUAÇU

Carnaval do município contará com tambores e música eletrônica


tambores

Para quem deseja aproveitar o carnaval no interior do RN, uma pedida é conhecer a programação do município de Ipanguaçu. Com a proposta de resgatar o carnaval do município, a programação oficial da edição 2012 vai contar com uma variedade de atrações que vão desde o tambor da música de axé até a música eletrônica presente nas picapes dos DJs


A programação vai ser realizada durante o dia no Complexo Turístico do Porto e à noite na Praça de Eventos José Medeiros, no centro da cidade. As festividades se iniciam no próximo dia 18 de fevereiro e prosseguem até o dia 21, totalizando quatro dias de animação. 

As atrações musicais são bastante ecléticas e prometem agradar a todos os gostos. Dentre elas (algumas que eu não conheço): Os Pira, Tradição Elétrico, Samba Sete, Almir dos Teclados Elétrico, Arte do Samba, Deixe Cum Nós Elétrico e as discotecas American Dance e a Favorita. 


A expectativa da prefeitura de Ipanguaçu é que mais de 8 mil pessoas participem das comemorações do carnaval deste ano. Quem quer algo diferente, pode e deve passar por lá.

GREVE DA POLÍCIA - A HORA DO MUÇÃO.wmv

MACAU

Camarote Jardim/Itaipava dispara nas vendas on line
 

Sinônimo de alegria, descontração e de muita animação no Carnaval de Macau, o Camarote Jardim/Itaipava Fest bateu recorde de vendas em relação aos últimos dois anos. Priorizando o conforto e o bem estar do folião, o espaço vai oferecer durante os quatro dias de folia, serviços de segurança, barman, banheiros químicos, dj e ainda open bar com cerveja, água mineral e refrigerante, totalmente de graça. 

Uma das novidades este ano é que os ingressos com a temporada de acesso ao camarote  Jardim/Itaipava Fest podem ser adquiridos no cartão de crédito pelo site de compras www.vipingressos.com. Mais informações pelo 3521-1112 (Macau) e 3201-2275.